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04 Set 2009 
População do México
A população mexicana é formada em sua maioria (60%) de mestiços de brancos de origem hispânica e índios, 29% são índios e 11% de brancos de outras regiões européias. O México é o país mais populoso onde a língua oficial é o espanhol e também são falados mais de 50 dialetos indígenas. Como acontece na maior parte dos países americanos a religião que predomina no México é a católica (89%).

Em julho de 2007, o México contava com uma população de 108.700.891 habitantes distribuídos da seguinte forma: 30,1% entre 0 e 14 anos de idade (16.696.089 homens e 16.011.563), 64% entre 15 e 64 anos (33.624.812 homens e 35.925.372 mulheres) e 5,9% de pessoas com 65 anos ou mais (2.917.563 homens e 3.525.492 mulheres).

A capital, Cidade do México, tem mais de 20.000.000 de habitantes (é a segunda maior cidade do mundo, se levarmos em conta o tamanho de sua área metropolitana). Outras cidades importantes são: Monterrey, Guadalajara, Tijuana, Leon e Veracruz, sendo que Monterrey, Guadalajara e a capital são cidades universitárias.

O México apresenta uma taxa de crescimento populacional de 1,153%, taxa de 20,36 nascimentos para cada 1.000 habitantes e taxa de mortalidade de 4,76 em cada 1.000 habitantes. A expectativa de vida geral é de 75,63 anos (sendo que para os homens é de 72,84 anos e para as mulheres é de 78,56 anos) e a taxa de fertilidade é de 2,39 crianças para cada mulher.

Aproximadamente 76% da população esta vivendo, hoje, em centros urbanos.
Até 2005 o índice de analfabetismo era alto no México (8,4%)

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Admin · 35 vistos · 0 comentários
27 Mar 2009 
CONHEÇA UM POUCO DA HISTORIA DO MÉXICO : Economia do México

Recursos naturais

No México os recursos minerais são abundantes e variados. Podem-se encontrar quase todos os minerais conhecidos com destaque para a prata, além de carvão, ferro, ouro, cobre, chumbo, mercúrio e zinco. As reservas de petróleo e gás natural são abundantes, com alguns dos maiores depósitos do mundo localizados perto da baía de Campeche.

Agricultura e pecuária

Num país considerado como semi-árido, a produção agrícola está sujeita às variações dos regimes fluviais. Apesar disso, os projetos de irrigação aumentaram o valor das terras de baixo cultivo e a conservação dos solos aumentou a produção.

Em 2003 os principais produtos agropecuários do México foram: milho, trigo, cevada, arroz, legumes, batata, café, algodão, cana de açúcar, fruta e hortaliças.

Entre os rebanhos pecuários de 2003 estavam as vacas, ovinos, caprinos, mulas, asnos e aves.

Silvicultura e pesca

Aproximadamente 29% do país estão cobertos por bosques. Devido o desmatamento incontrolado de ricas áreas madeireiras a exploração florestal está atualmente bastante controlada pelo governo. México manufatura importante quantidade de produtos florestais, entre eles madeira, chicle, resinas, tanino, quina e outras substâncias.

Os bancos pesqueiros mais importantes localizam-se nas proximidades das costas da baixa Califórnia, no golfo do México e nas costas do Pacífico, desde o estado de Jalisco até Chiapas. A indústria pesqueira está administrada por sociedades cooperativas que têm o monopólio de certos produtos.

Entre os crustáceos destaca a jaiba (uma espécie de caranguejo), a lagosta e o camarão. Esse último é extraído nas costas de Campeche e Sinaloa e são exportados principalmente para os Estados Unidos. Os moluscos mais capturados são as lapas burras, os caracóis, os polvos, entre outros.

Também é importante a pesca de numerosas espécies de água doce. A captura de tartarugas marinhas para o consumo de sua carne foi freada nos últimos anos já que é uma espécie protegida.

Indústria

A indústria mexicana é uma das mais desenvolvidas da América Latina. Nos últimos anos algumas empresas estadunidenses investiram grandes quantidades de dinheiro em modernas e bem equipadas instalações nas quais se produzem veículos a motor e outros objetos de consumo para o mercado desse país.

As principais plantas industriais do México também abrangem as de fabricação de máquinas, aparelhos eletrônicos, refinarias de petróleo, empacotamento de alimentos, produção de papel e algodão, processamento de tabaco e de açúcar.

Outros produtos industriais são os têxteis, o ferro e o aço, os produtos químicos, os fertilizantes, o cimento, o vidro, a cerâmica e os artigos de pele.

Energia

Cerca de 79% da eletricidade no México é produzida em instalações térmicas, 14% em plantas hidrelétricas, 4% em plantas nucleares e 3% a partir de fintes geotérmicas.

Turismo

Mundialmente, o México ocupa o sétimo lugar em captação de turistas internacionais e o décimo primeiro em captação de divisas.

Transporte

O sistema ferroviário mexicano, que está privatizado, tem 17.697 km de vias. A extensão das estradas é de 329.532 km (1999), dos quais 33% estão pavimentados.

Varias autopistas atravessam o país, entre elas quatro rotas principais, que vão desde a fronteira com Estados Unidos até a capital da República Mexicana e formam parte da rodovia Pan-americana.

O transporte aéreo se desenvolveu de maneira intensiva e atualmente o país conta com mais de 1.700 aeroportos e pistas de pouso. As principais companhias aéreas são Aeroméxico e Mexicana de Aviação.

Fonte: www.ciberamerica.org

economia do México

O México é a décima terceira maior economia do globo e o quinto maior produtor mundial de petróleo, ocupando a oitava posição no “ranking” dos exportadores mundiais. Simultaneamente, o México tem sido um dos principais recipientes dos fluxos de investimento estrangeiro entre os países em vias de desenvolvimento.

As políticas de estabilização macro-económica adoptadas desde o final da década de 80, o processo de reformas estruturais e a liberalização do comércio contribuíram de forma decisiva para a rápida transformação da economia mexicana na última década. Apesar da crise financeira de 1994-1995, o México exibiu um crescimento médio acima dos 3% durante esse período, o que contrasta com a estagnação virtual da economia durante os anos 80.

O processo de transformação económica do México no período de 1988-1994 foi caracterizado pela diminuição do peso do Estado na economia, a qual se traduziu na redução significativa do número total de empresas públicas, e pela desregulamentação de vários sectores económicos, incluindo o financeiro. Paralelamente, assistiu-se à gradual liberalização das relações com o exterior, através da assinatura de acordos de comércio (dos quais se destaca o “North American Free Trade Agreement” ou NAFTA) e da simplificação do regime de investimento estrangeiro, por forma a torná-lo mais atractivo.

O processo de reformas combinado com a adopção de políticas de estabilização macro-económica contribuiu para um acentuado ritmo de crescimento da economia mexicana durante a primeira metade da década de 90, baseado num forte dinamismo da procura interna e das exportações. Simultaneamente, a manutenção de uma política de desvalorização deslizante do peso permitiu a redução gradual da taxa de inflação. Neste contexto, e atendendo à manutenção de baixas taxas de juro, as contas públicas registaram igualmente uma melhoria significativa.

No entanto, a manutenção de uma política de desvalorização deslizante num contexto de diminuição da taxa de inflação implicou uma apreciação real da moeda mexicana que, combinada com um forte crescimento da procura interna e a liberalização do comércio externo, conduziu a um aumento significativo dos défices das balanças comercial e corrente. Em 1994, o agravamento dos desequilíbrios externos e a decisão do Governo em substituir dívida de longo prazo por títulos a 1 ano, num contexto de instabilidade política típica de anos de eleições, implicaram uma perda de confiança dos operadores dos mercados internacionais, os quais desencadearam um ataque especulativo sem precedentes contra a moeda mexicana. Neste contexto, as autoridades viram-se forçadas a deixar flutuar o peso sem conseguirem, no entanto, evitar a saída maciça de capitais estrangeiros do país.

A crise cambial teve efeitos devastadores sobre o sistema financeiro nacional, pondo em causa a sua solvência devido à quase exaustão das reservas internacionais do país e à necessidade de pagamento dos títulos de dívida pública de curto prazo emitidos em 1994. Neste contexto, as autoridades mexicanas foram forçadas a adoptar uma política de austeridade em 1995, a qual se traduziu numa quebra do PIB de 6,2% e no aumento significativo do nível geral de preços. Na segunda metade da década de 90, a adopção de políticas económicas prudentes permitiu a recuperação gradual da economia mexicana e o restabelecimento da confiança dos investidores internacionais.

Apesar do bom desempenho em termos macro-económicos, persistem ainda uma série de problemas estruturais que têm contribuído para a deterioração da competitividade externa da economia mexicana, destacando-se o excesso de burocracia, a relativa ineficiência da administração pública, o mau estado de conservação das infra-estruturas de transportes, em particular da rede rodoviária, a falta de investimento nos sectores da educação e investigação científica, a rigidez no mercado de trabalho, entre outros. Pela primeira vez na história do México, nenhum partido político tem uma maioria absoluta no Congresso Nacional, o que tem implicado uma relativa paralisia do sector legislativo e impedido a realização das reformas consideradas necessárias para o país poder concorrer num mercado cada vez mais aberto e competitivo.

Fonte: www.portugalnews.pt

Economia do México

O México possui a segunda maior economia da América Latina e a 12ª maior economia mundial.

A economia do México baseia-se no comércio, na indústria, na agricultura e na exploração mineira.

Entre os produtos industriais estão os equipamentos para os transportes, os produtos alimentares, as bebidas, o tabaco, os produtos químicos, os produtos metálicos, os produtos minerais, os derivados do papel e os têxteis.

Indicadores – Ano 2006
PIB Nominal US$ 824,36 bilhões
PIB - Variação Real 3,5 %
PIB per Capita US$ 7.696
Exportações US$ 250,30 bilhões
Importações US$ 256,13 bilhões
Saldo - US$ 5,83 bilhões

Fonte: FMI

Balança Comercial de Produtos do Setor Eletroeletrônico Brasil e México

As exportações de produtos do setor para o México, no ano 2006, atingiram US$ 311,3 milhões, o que representou 6,6% das vendas externas para os países que compõem a Aladi (US$ 4,7 bilhões) e 3,5% das exportações totais do setor (US$ 9,0 bilhões).

Exportações do Setor Eletroeletrônico

Brasil para o México - Janeiro-Dezembro

Áreas US$ mil Var %
2005 2006
Automação Industrial 16.266,4 22.805,1 40,2%
Componentes 153.593,2 144.524,8 -5,9%
Equipamentos Industriais 24.859,2 22.878,6 -8,0%
GTD 17.798,2 24.210,2 36,0%
Informática 23.412,0 21.507,7 -8,1%
Material de Instalação 12.787,1 17.600,6 37,6%
Telecomunicações 11.523,6 16.412,6 42,4%
Utilidades Domésticas 39.941,9 41.364,8 3,6%
Total 300.181,5 311.304,4 3,7%

Os Componentes Elétricos e Eletrônicos (US$ 144,5 milhões) foram responsáveis por quase a metade do total exportado de produtos do setor para o México. Dentre eles destacaram-se os itens de eletrônica embarcada (US$ 39 milhões), motocompressores herméticos (US$ 38 milhões) e componentes para equipamentos industriais (US$ 20 milhões).

Em seguida, vieram as vendas de Utilidades Domésticas (US$ 41 milhões), destacando as ferramentas elétricas manuais (US$ 16 milhões).

Produtos mais Exportados do Setor Eletroeletrônico

Brasil para o México - Janeiro-Dezembro

Produtos US$ mil Var %
2005 2006
Eletrônica Embarcada 36.972 39.370 6%
Motocompressor Hermético 14.928 37.825

153%

Componentes p/ Equips Industriais 19.969 20.070 1%
Outros Equipamentos de Informática 9.041 19.823 119%
Ferramentas Elétricas Manuais 18.389 16.146 -12%
Outros Material Elétrico de Instalação 9.948 14.196 43%
Comp. para Utilidades Domésticas 19.396 13.292 -31%
Outros Equips de Automação Industrial 9.535 12.664 33%
Motores e Geradores 15.194 12.355 -19%
Cinescópios 25.472 11.999 -53%

O México é a maior origem das importações brasileiras de bens do setor dos países que compõem a Aladi. No ano de 2006 somaram US$ 435,3 milhões, representando 66% do total importado dos países deste bloco (US$ 659,7 milhões) e 2% do total de produtos da indústria eletroeletrônica (US$ 18,7 bilhões).

Importações do Setor Eletroeletrônico

Brasil do México - Janeiro-Dezembro

Áreas US$ mil Var %
2005 2006
Automação Industrial 5.799,5 7.559,9 30,4%
Componentes 217.972,4 263.336,0 20,8%
Equipamentos Industriais 3.260,5 11.393,0 249,4%
GTD 3.108,0 3.979,2 28,0%
Informática 39.021,0 46.968,4 20,4%
Material de Instalação 3.571,8 5.882,7 64,7%
Telecomunicações 22.125,5 74.499,7 236,7%
Utilidades Domésticas 19.455,9 21.712,8 11,6%
Total 314.314,6 435.331,6 38,5%

A maior parte das importações do México foi de Componentes Elétricos e Eletrônicos, que totalizaram US$ 263,3 milhões, dentre eles, destacaram-se os semicondutores (US$ 81 milhões) e cinescópios (US$ 63 milhões).

Ressalta-se que os quatro produtos mais importados do México são Componentes Elétricos e Eletrônicos.

Produtos mais Importados do Setor Eletroeletrônico

Brasil do México - Janeiro-Dezembro

Produtos US$ mil Var %
2005 2006
Semicondutores 41.045 80.927 97%
Cinescópios 76.784 62.688 -18%
Componentes para Informática 28.888 45.685 58%
Componentes para Telecomunicações 35.377 39.887 13%
Equipamentos para Telefonia Pública 4.064 28.367 598%
Outros Equipamentos de Informática 13.269 22.113 67%
Telefones Celulares 3 17.694 659.884%
Máquinas p/ Processamento de Dados 13.725 14.833 8%
Eletrônica Embarcada 13.820 10.726 -22%
Aparelhos Telefônicos 5.185 10.323 99%

Os dados detalhados da Balança Comercial de Produtos do Setor Eletroeletrônico do Brasil, do Brasil com os países que compõem a Aladi e do Brasil com o México, para associadas, encontram-se em Reservado.

Fonte: www.abinee.org.br

Economia do México

A economia do México é uma das maiores da América Latina e a 12ª economia mundial (medida pelo seu PIB PPC), com PNB de US$753,394 bilhões de dólares. [4]

O país faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania.

Economia do México
Moeda Peso mexicano
Organizações de comércio OMC, NAFTA, G-3 e outras
Estatísticas
Produto Interno Bruto US$ 1,134 trilhões (2006)
% de cresc. do PIB 4,5% (2006)
PIB per capita US$ 10 600 (2006)
PIB por setor agricultura 3,9%,
indústria 25,7%,
comércio e serviços 70,5% (2006)
Inflação anual 3,4%
População abaixo da linha de pobreza 40% (2003)
Força de trabalho 38,09 milhões
Força de trabalho por setor agricultura 18 %,
indústria 24 %,
comércio e serviços 58 % (2003)
Desemprego 3,2 %
(o sub-emprego é estimado em 25% - 2006)
Principais indústrias alimentos e bebidas, tabaco, produtos químicos,
ferro e aço, petróleo, têxteis, roupas,
bens de consumo duráveis, turismo
Parcerias comerciais
Exportações (US$) 248,8 bilhões f.o.b. (2006)
Principais produtos exportados manufaturados, petróleo e derivados,
prata, frutas, verduras e legumes, café, algodão
Principais mercados Estados Unidos 85,7%, Canadá 2%,
Espanha 1,4% (2005)
Importações (US$) 253,1 bilhões (2005)
Principais produtos importados máquinas industriais, produtos de aço,
equipamentos agrícolas, elétricos,
autopeças, aviões e peças de aviação
Principais parceiros Estados Unidos 53,4%,
República Popular da China 8%,
Japão 5,9% (2005)
Finanças públicas
Dívida externa US$ 178,3 bilhões (2006)
Receitas totais (US$) 196,5 bilhões
Despesas (US$) 196,2 bilhões
Ajuda econômica recebida US$ 1,166 bilhões (1995)

História

A estabilidade política, a variedade de recursos naturais e a afluência de capitais estrangeiros, sobretudo americanos, possibilitaram o crescimento da economia mexicana a partir da década de 1940. O vertiginoso crescimento da população nesse período foi amplamente superado pelo o aumento da população, o que tornou o sistema econômico mexicano uns dos mais sólidos e diversificados da América Latina, com reflexo na elevação do nível médio de vida da população. A intervenção estatal no sistema produtivo é acentuada. São estatizados setores inteiros, como o do petróleo (explorado pela PEMEX, estatal criada em 1938) e o da energia elétrica (desde de 1960).

Agricultura e pecuária

A aridez torna improdutiva grande parte do território mexicano, o restante tem relevo demasiadamente irregular para o aproveitamento agrícola. As zonas que permitem o cultivo não ultrapassam 15% do território embora algumas sejam extraordinariamente férteis o produzem varias safras por ano. No final do século XX a agricultura absorvia um terço de mão de obra, mas seu produto bruto era muito inferior da industria e dos serviços.

Há no México dois setores agrícolas bem diferenciados. O setor da agricultura tradicional de subsistência tem mudado pouco desde séculos: baseasse no cultivo de pequenas lavouras para com sumo próprio de milho, feijão, abóbora e nas terras quentes, algumas frutas tropicais como o abacate. A legislação agrária tem dificultado a introdução de uma agricultura moderna. A proibição dos latifúndios levou a proliferação de propriedades comunitárias e de pequenos sítios ou granjas familiares, encapas dos investimentos necessários a exploração mecanizada da terra. Em algumas zonas, entretanto, a agricultura extensiva consegui excelentes resultados.

Os cultivos comerciais, cuja a produção se destina ao mercado nacional e internacional, são praticados principal mentes nas novas zonas irrigadas do norte (trigo, milho, arroz, hortaliças, algodão), nas planícies costeiras do Golfo do México (cana-de-açúcar) e nas terras temperadas e quentes de Vera Cruz e no sul do país, o café.

A pecuária bovina de grande importância, aproveita os pastos extensivos e também os campos irrigados do norte e as pradarias dos planaltos no centro do país.

Nas cercanias das grandes cidades se desenvolve a produção leiteira. Segue-se em importância econômica a criação de suínos, e em menor escala de ovinos.

Pesca e recursos florestais

A costa mexicana e muito piscosa. A pesca marítima se desenvolve na segunda metade do século 20, com destaque, pelo volume de captura, para os postos da baixa Califórnia. Quase todos as empresas pesqueiras são organizadas em cooperativas. As espécies mas abundantes são os tunídeos, a sardinha e a anchovinha na costa da Califórnia, enquanto no golfo da Califórnia, no litoral sul do pacifico em algumas zonas do golfo do México se pescam camarões, em grande parte destinadas a exportação. O potencial pesqueiro, tanto na baixa Califórnia como no golfo do México, e muito alto. Grande parte da cobertura arbórea, sobre tudo no México central, foi desmatado em excesso, com as seqüelas de erosão, perda de solo e deterioração dos micro climas locais. Mesmo assim, a extensos bosques de pinheiros e cedros, entre outras madeiras nas partes altas das cerras Madri, e bosques tropicais, com abundantes madeiras de lei, em yucatan, techauante pec e no sudeste do país. As principais madeiras exploradas são o pinho e o cedro. O México importa pasta para papel, pois a sua produção e insuficiente.

Mineração

O México e o terceiro produtor mundial de prata, o quarto de enxofre, o quinto de chumbo e de mercúrio e o sexto zinco. São também explorados comercialmente: gás, fosfatos naturais, sal, ouro, minério de ferro, manganês, níquel e outros. Entretanto o extrativismo mineral tem diminuído de importância relativa com o desenvolvimento da indústria e da agropecuária. A produção comercial de petróleo começou em1901, e em 1988 o México ocupava o 5º lugar como produtor mundial. As reservas estimam-se em 54 bilhoes de barris.

Indústria

A produção industrial mexicana começou a sair da fase artesanal no fim do século XIX. O verdadeiro desenvolvimento do setor manufatureiro, no entanto, ocorreu na década de 1940, quando a Segunda Guerra Mundial impôs uma política de substituição das importações de bens de consumo. As industrias têxteis e alimentícias se seguiram, na segunda metade do século XX, grandes indústrias químicas, petroquímicas, siderúrgica, mecânicas e outras dedicadas a fabricação de bens de consumo duráveis, como automóveis e eletrodomésticos. A excessiva concentração industrial na cidade do México, em Monte Rei e Guadalajara, levaram o governo a criar núcleos de desenvolvimentos em outras áreas.

Finanças,comércio e turismo

O sistema financeiro mexicano é comandado pelo Banco Central do México, que regula a política monetária e de financiamento. Funcionam, além disso, numerosas instituições de crédito especializadas. Em meio a uma crise financeira, foram estatizados os bancos privados, em 1982. A medida foi suavizada em meados da década, quando se autorizou a propriedade privada de um terço do capital.

O México e tradicionalmente, explorador de minerais e produtos manufaturados. Nas ultimas décadas do século XX, o desenvolvimento da industria leve começou a modificar a composição das exportações, com o crescimento da importância dos produtos industrializados, e das importações, entre os quais se destacava, pelo volume, a maquinaria pesada. A partir da década de 1970, os maiores componentes das exportações passaram a ser petróleo, gás natural e seus derivados. O crônico déficit comercial do país foi revertido a partir de 1982, quando o México passou a registrar considerável superávit. Apesar disso, e das divisas provenientes do turismo, a balança de pagamentos ainda e fortemente pressionada pelo serviço da dívida externa, uma das maiores do mundo.

O principal fornecedor do México, e o maior mercado de produtos mexicanos é os EUA, de onde provém a maior parte do capital estrangeiro investido no país assim como a tecnologia empregada nas suas indústrias. Há uma grande dependência econômica dos EUA apesar das restrições impostas pelo governo aos investimentos estrangeiros em setores estratégicos e do permanente esforço para manter o país livre de influências estrangeiras.

Nas cidades da fronteira norte, cujos gastos constituem importante fonte de divisas. Também tem importância o turismo cultural, dirigido de preferência a capital, a seus museus e arredores, e as principais cidades históricas. O turismo de luxo se localiza nas praias do Pacífico sul.

Transporte e comunicação

Na segunda metade do século XX foi construída uma rede rodoviária que interliga as grandes e medias cidades de todo o México.

Na década de 1960 desenvolveu-se um sistema de rodovias federais de alta velocidade, que legam a capital a Puebla, Querétaro Cuernavaca e Toluca. A rodovia panamericana a travessa o país a o longo de 2mil quilômetros. Já a rede básica de ferrovias sofreu poucas mudanças desde a época que foi construída, nas 2 ultimas décadas do século XIX. Fortemente centralizada na capital do país, consta de 3 linhas fundamentais que a liga ao norte e outra que dirige para o sul.

Cerca da metade do comércio exterior e feita por via marítima. Também e importante o carregamento de petroleiros diretamente das plataformas da baia de Compeche. Uma extensa rede de gasoduto e oleodutos une os centros produtores, processadores e consumidores.

O transporte aéreo é muito desenvolvido. Os primeiros serviços de passageiros e correio foram criados em 1921. Além da capital, as principais cidades e núcleos turísticos dispõem de aeroportos internacionais, quase todas as cidades de alguma importância estão ligadas entre si por vôos regulares. Do México se pode voar diretamente para vários países da América e da Europa. As maiores cidades mexicanas são servidas por modernos sistemas de telecomunicações internacionais e nacionais.

Produtos importantes do México

Agricultura: cana de açúcar, milho, sorgo, trigo, laranja, tomate, banana, feijão, batata, uva, algodão. Pecuária e pesca: bovinos, suínos, caprinos, ovinos, eqüinos, camarão, sardinha, anchova. Mineração: petróleo, gás natural, carvão, ferro, cobre, zinco, chumbo, manganês, prata, ouro, enxofre e urânio. Indústrias: maquinas e equipamento de transporte, maquina elétricas, alimentos e bebidas, produtos químicos, tecidos, metalurgia, papel, calçado.

Outras informações

Pauta de exportação

maquinaria e equipamento de transporte, manufaturas, petróleo e derivados, alimentos, minerais.
Pauta de importação maquinaria e equipamento de transporte, manufaturas, minerais, alimentos, matérias-primas.
Principais Parceiros Comerciais EUA, Canadá, Japão, Espanha, Chile, Brasil.
Exportações brasileiras (2000) 1.711.340.831,00 (O México é o nono mais importante parceiro comercial do Brasil).
Importações brasileiras(2000) US$ 753.750.709,00

Fonte: pt.wikipedia.org

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19 Mar 2009 
México, um país encantador!

Cultura diversificada e história repleta de revoluções compõem o panorama de um povo

Simone Silva
6o período de Jornalismo


Visitar pirâmides, passear por um rio num barquinho colorido, entender boa parte da história da humanidade em um dos melhores museus de antropologia do mundo, almoçar ao som dos mariachis e, comprar jóias de prata da melhor qualidade. Tudo isso pode ser feito na Cidade do México, capital dos Estados Unidos do México.

O México é um país do sul da América do Norte que tem como idioma oficial o espanhol, além de várias línguas indígenas. O México está situado numa das zonas sísmicas mais perigosas do mundo.

A maioria da população é de mestiços (brancos com índios), havendo ainda um grande número de índios puros. O fuso horário mexicano tem aproximadamente uma diferença de quatro horas a menos do horário de Brasília.

O país se divide em 31 estados e um distrito federal, que é a Cidade do México. Cerca de 97% da população tem como religião o catolicismo, os outros 3% são protestantes. A moeda oficial é o peso mexicano.

Sua economia é baseada na agricultura e na mineração; fundamenta-se na indústria. Na agricultura, milho, feijão, trigo, algodão, café, cana-de-açúcar e sisal. Na mineração, destaca-se a prata, o zinco, o chumbo, o cobre, o carvão, o petróleo, o gás natural e o enxofre.

A capital de um dos países mais populosos do mundo lembra bastante São Paulo. É grande, densamente povoada, poluída e tem um trânsito terrível, mas possui uma das histórias mais fantásticas da América e conserva os prédios e ruínas das civilizações antigas muito bem.

A cidade México fica num grande vale onde existiam vários la-gos, e hoje com 22 mi-lhões de habitantes en-frenta muitos problemas com a drenagem de água especialmente na época das chuvas.

Em 1629, a cidade enfrentou a maior inundação de sua história, ficando alagada por 5 anos, quase deixou de ser habitada. Mas obras de infraestrutura já naquela época, envolvendo a construção de grandes canais de drenagem, garantiram sua existência até os dias de hoje.

Outro grande problema que a cidade enfrenta é o afundamento de seus prédios, especialmente os históricos, construídos durante o império espanhol. Alguns destes já afundaram até 4 metros e pode se ver o grande desnível entre estes e os prédios mais novos. Novas construções exigem muito dos engenheiros locais uma vez que tem de prever o afundamento natural destes em relação à cidade como um todo.

O centro político e reli-gioso, da cidade foi cons-truído sobre um grande tem-plo de adoração ao sol, que existiu durante a civi-lização Asteca. Todas essas construções foram destruídas para dar lugar à igreja de Guada-lupe e o Palácio do Governo e ministérios.

Por ser um país muito religioso, a devoção para a virgem de Guadalupe é outro fator que contribuiu para fazer da cidade do México a alma da nação. A basílica de Guadalupe atrai peregrinos de todas as partes do país. Antes do amanhecer de 12 de dezembro (dia da santa), eles chegam a basílica para rezar e adorar a imagem sagrada da virgem.

Conforme a lenda, esta imagem foi capturada no sayal de um nativo, com o que Deus quis sublinhar a importância que nomeia aos mexicanos naturais. Hoje em dia, a maioria dos mexicanos encontra na virgem de Guadalupe um símbolo de espe-rança e de con-forto

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